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quinta-feira, 9 de abril de 2009
Aqui no blog eu disponibilizo resumos dos principais assuntos da matéria História. Eles se encontram em PDF, portanto é necessário ter instalado em seu computador um programinha chamado Adobe Reader.


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Ops...!

Pré-História

quarta-feira, 8 de abril de 2009

Como você já deve ter lido em algum lugar, a Pré-História corresponde ao período que vai do surgimento do Homem até o surgimento da escrita (cerca de 5 000 a.C. ou 4000 a.C.) mas não se preocupe com datas, em História, a maioria das datas são releventes…

Os primeiros hominídeos, chamados de Australopithecus (primatas avançados, bípedes de andar ereto),surgiram na África. Após muitos anos , a espécie "evoluiu" para o
Homo erectus, mais avançado ainda (pois usava fogo e ferramentas, e tinha cérebro maior que o de seu ancestral) que por sua vez, "evoluiu" na direção do Homo sapiens, que representa o Homem moderno.

* Obs: Por quê coloquei o "evoluiu" entre áspas?
R:- Pergunte a Charles Darwin ^^

O período da Pré-História costuma ser dividido para facilitar a compreensão durante os estudos. Essa divisão é feita em:

PERÍODO PALEOLÍTICO ( 1.000.000 a 10.000 a.C. )

O período Paleolítico é também conhecido como Período da Pedra Lascada – em referêcia ao tipo de objeto utilizado pelos primeiros grupamentos humanos – , estendeu-se até aproximadamente 10.000 a.C.

Destaques:

  • nomadismo
    Esses primatas procuravam abrigos naturais, como carvernas , em cujas paredes desenvolveram formas primitivas de expressão artística: As pinturas rupestres.

    Devido a baixa disponibilidade de comida, o homem  comia mal, e consequentemente era pouco desenvolvido. Ao contrário do que podemos observar nos desenhos animados, os homens das cavernas não eram aqueles bichos enormes e peludos , mas sim seres pequenos, com cabeça pequena e braços longos. Seu raciocínio era lento e por isso não tinham capacidade de analisar o meio onde viviam… Por isso, o início da prática da agricultura e domesticação de animais, o que marca o fim do período paleolítico e início do neolítico, é considerada , hoje , como uma das revoluções mais importantes da História, comparada com a Revolução  Industrial e também com a da Informática…

  • caça,pesca e coleta
    Muitos anos se passaram desde o início dos tempos , e após uma seleção rigorosa feita pela natureza ( Charles Darwin ) , apenas aqueles homens que tinham a capacidade de agarrar as coisas conseguiram sobreviver… e com isso iniciou-se uma linhagem de Homens que tinham a habilidade de agarrar , o Homo faber.
    Esses primatas viviam da caça, pesca e também de coletas de frutas e vegetais que eram encontrados ao acaso ( eles ainda não sabiam cultivar ). Por necessidade, eles desenvolveram técnicas de caça e de pesca, utilizavam artefatos de pedra lascada, madeira e oss...


     

Quer ler mais? Leia a aula COMPLETA sobre Pré-História clicando aqui!


Gostaria de deixar os créditos ao prof. Paulo... que me ensinou tudo que foi colocado nesse texto. Muito Obrigado mesmo!!! :)


 


 

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Matemática e ciências da computação têm alta taxa de abandono

FÁBIO TAKAHASHI
da Folha de S.Paulo

Alunos de ciências da computação, matemática e administração estão entre os que mais abandonam o ensino superior, diz pesquisa com dados do Ministério da Educação.

A evasão média nessas áreas é de 28%. A média nacional é de 22% -percentual que tem variado pouco nesta década.

O líder do ranking, com 38%, é o curso que une turismo e hotelaria. Mas, quando separados, a taxa de evasão cai para 27% (hotelaria) e 24% (turismo).

O indicador abrange o número de alunos que deixou de se matricular de um ano para outro. As taxas referem-se à média de cinco anos, presentes no Censo da Educação Superior (2007 é o mais recente).

Para o aluno, abandonar o curso significa perda de tempo com a graduação incompleta e de dinheiro (com mensalidades). Para o mercado, significa menos formados qualificados, às vezes em áreas deficitárias.

Pesquisadores dizem que um dos motivos para alunos abandonarem os cursos é a falta de informação na hora da escolha no vestibular --há frustração com o conteúdo do curso e com as perspectivas de emprego.

Especificamente sobre ciências da computação, matemática e administração, é citado o ensino deficitário das matérias de exatas no ensino básico. São essas disciplinas que mais sofrem com a falta de professores, aponta levantamento do MEC.

"Ciências da computação, por exemplo, é um curso muito puxado. O aluno quando entra tende a achar que vai fazer games, mas se depara com um conteúdo pesado de cálculos e contas. Fica difícil acompanhar", afirmou o autor do levantamento, Oscar Hipólito, ex-diretor do Instituto de Física da USP de São Carlos e consultor do Instituto Lobo.

Além disso, afirma, a área de computação oferece muitas oportunidades de emprego, o que atrai mais o estudante do que a permanência no curso.

Já nos cursos da área de serviços (caso de turismo e hotelaria), há uma baixa expectativa de empregabilidade. Para Hipólito, a explicação para o curso de turismo e hotelaria liderar o ranking, mas, separados, ficarem em 9º e 5º deve-se ao fato de que ao unir as duas disciplinas o curso ficou sem foco.

"Algumas áreas são consideradas de menor prestígio. Portanto, não há estímulo adicional para a conclusão", disse João Ferreira de Oliveira, coordenador de grupo de trabalho sobre educação superior da Anped (associação nacional dos pesquisadores de educação).

No outro extremo, medicina é o curso com o menor índice de abandono do país --5%.

Qualidade

A evasão nas instituições privadas é mais alta que nas públicas (25% e 12%, respectivamente). Para Hipólito, as mensalidades são apenas um aspecto que explica a diferença.

"Se o curso é bom, o aluno vai fazer de tudo para continuar, pede ajuda para pagar mensalidade. Mas se ele encontra professores ruins, bibliotecas fracas, na primeira dificuldade financeira ele desiste", disse.

Para o presidente da Anup (associação nacional das universidades particulares), Abib Salim Cury, a dificuldade é de financiamento dos alunos.

"O Fies [programa federal] é insuficiente. Ele não atende o número suficiente e ainda há uma dificuldade adicional: o aluno entra no curso no início do ano e só pode conseguir os recursos no meio", afirmou Cury. "Com a crise econômica, a evasão só vai aumentar."

O MEC diz que deve alterar algumas regras do Fies. Uma das mudanças será a possibilidade de pedir financiamento a qualquer momento do ano.

Novo vestibular unificado permite a candidato concorrer em cinco federais

da Folha de S.Paulo, em Brasília

O novo vestibular unificado das universidades federais proposto pelo Ministério da Educação (MEC) deverá permitir que os candidatos escolham até cinco opções de curso que podem ser oferecidos por até cinco instituições.

No ato da inscrição, o aluno teria que ordenar as suas preferências. Quem colocou um curso como primeira opção teria prioridade, mesmo que a sua nota tenha sido menor, sobre outro candidato que escolheu o mesmo curso como segunda opção e não foi selecionado para a sua primeira escolha.

A prova de seleção seria um Enem (Exame Nacional do Ensino Médio) modificado. O exame passaria a exigir mais conteúdo específico --como os vestibulares tradicionais--, mas priorizando mais a capacidade analítica do que a "decoreba".

Ficaria a critério das instituições realizar uma segunda fase.

O aluno elencaria as suas opções de curso após já ter em mãos o resultado do exame. Isso permitiria ao estudante, até determinada data, mudar suas opções de acordo com a pontuação. Com isso, no segundo ano do novo vestibular, ele já poderia saber a pontuação mínima de quem entrou em determinado curso no ano anterior e ter uma ideia de suas chances de passar.

Reitores que participaram ontem de uma reunião com o ministro Fernando Haddad (Educação) manifestaram a preocupação de que o novo sistema prejudique os alunos que moram em regiões carentes. "Eu avalio a proposta com cautela", disse José Weber, da Universidade Federal do Vale do Rio São Francisco. Ele falou em "maior disparidade regional".

Seu receio é que, principalmente em cursos mais concorridos, como medicina, alunos de regiões mais ricas, por terem as melhores notas, ocupem as vagas em detrimento dos estudantes do semiárido e, após formados, voltem à terra natal.

A concordância das federais é fundamental para que a proposta do MEC siga adiante. Ao menos 38 reitores já manifestaram à pasta sua aprovação à proposta, mas a decisão é dos conselhos das instituições.

Para acelerar o processo, o MEC se comprometeu a enviar até amanhã um documento com mais detalhes sobre a proposta, como as datas previstas para a realização das provas.

Não foi definido se o início do novo modelo acontecerá neste ano. "Para as universidades que forem adotar só o Enem [como vestibular], 2009 é um prazo exíguo, mas possível. Se houver segunda fase, já fica mais difícil fazer neste ano", disse o ministro. Por outro lado, afirmou, uma alternativa seria antecipar o Enem de outubro para setembro, para viabilizar a medida.

O sistema também poderia ser combinado com ações afirmativas, como as cotas.

Como, com o novo modelo, haveria mais mobilidade de universitários, Haddad prometeu aumentar os recursos destinados à assistência estudantil, usados para moradia e alimentação, dos atuais R$ 200 milhões para R$ 400 milhões.

Também será criada uma comissão para organizar o vestibular com representantes do MEC, das universidades e dos governos estaduais, responsáveis pelo ensino médio.